Da tradição amazônica para o mundo, um produto revolucionário com fortes atributos sócio-ambientaisImagine um produto versátil e resistente, capaz de substituir o couro animal e os revestimentos sintéticos derivados do petróleo em diferentes aplicações industriais – do setor moveleiro ao segmento da moda, passando pela indústria calçadista, automobilística e muitas outras.
Um produto absolutamente natural, produzido a partir de matéria-prima vegetal renovável, isenta de resíduos em todo o processo de produção e ainda capaz de agregar a todas essas virtudes ambientais uma importante interface social – a participação, em seus resultados tecnológicos e comerciais, de comunidades extrativistas amazônicas que trabalham essa técnica artesanal há centenas de anos.
Esse produto já existe e vem sendo produzido em escala industrial na região Noroeste do Estado de São Paulo inspirado na receita original dos seringueiros: é o couro vegetal, que começa a despertar interesse industrial, ao mesmo tempo em que fascina os consumidores pela sua qualidade e grandes vantagens sócio-ambientais. A indústria responsável por essa técnica de produção que promete revolucionar diferentes segmentos industriais é a Ecológica Couro Vegetal do Brasil, criada em 2006 no município paulista de Magda, 500 km da capital São Paulo e bem no centro da maior concentração de seringais do Estado.
LÁTEX NATURAL – O couro vegetal é produzido a partir do látex natural extraído da seringueira e chega ao mercado em diferentes versões de gramatura (espessura), cores e estamparias. Substitui com vantagens o couro animal e os produtos derivados de petróleo no revestimento de cadeiras, poltronas e sofás, fabricação de calçados como o tênis, bancos e revestimentos automotivos, sem falar em sua grande versatilidade para roupas como saias, calças, coletes e casacos.A produção industrial em larga escala exigiu da Ecológica Couro Vegetal do Brasil uma serie de investimentos em tecnologia, inclusive no desenvolvimento de equipamentos especialmente para a indústria. O couro vegetal é produzido em bobinas contínuas, de 25 metros lineares e 1m30 de largura. A capacidade inicial de produção é de 25 mil metros lineares por mês.
SEM RESÍDUOS– A estabilidade do látex utilizado é testada e avaliada em laboratórios de precisão, onde também são desenvolvidos os corantes e aplicada a pigmentação, de acordo com as especificações do comprador. Modernos equipamentos de espalmagem do látex sobre base de fibras naturais e as estufas de secagem completam um processo que não produz efluentes ou resíduos de qualquer espécie.
A fase de implantação da indústria contou com o envolvimento do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo e do Sebrae, através do Projeto Prumo, que trouxeram apoio tecnológico para o desenvolvimento e aprimoramento do couro vegetal no seu processo industrial.
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(Fonte: Ecológica Couro Vegetal do Brasil)
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(PARÊNTESES)
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Eu não sabia que isso já estava sendo industrializado!!... rsrsrs... Finalmente poderemos ter produtos livre de tortura animal e livre de petróleo em sua composição! = ) Realmente muito bom!!
(Só espero que pecuaristas e conglomerado petrolífero não metam o bedelho pra atrapalhar...)
E pra quem não conhece nenhum modelo, segue o que recebi do boletim Vista-Se hoje = )
Feita com material ecológico e 100% brasileiro a linha ECOLAB da ÖUS traz como base o couro vegetal, um composto produzido a partir do látex in natura aplicado sobre uma camada de tecido de algodão que, além das propriedades sócio-econômicas e ambientais, quando aplicado ao cabedal dos tênis, resulta em alta resistência, visual sempre novo e facilidade de limpeza.






2 Comentários::
Há um selinho no meu blogue...vai ver a regrinha....
Link http://erosomeugato2009.blogspot.com/2009/07/eu-guidavamos-comemorar-o-aniversario.html
Ronroninhos
Lu, esses tênis são ótimos!
Eu recomendo.
Bjinhos,
Vivi Vegana
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